বোলসোনারো পরিবারের সরাসরি চাপের পরে যুক্তরাষ্ট্র PCC এবং CV কে সন্ত্রাসী হিসেবে চিহ্নিত করার কথা বিবেচনা করছে
Os Estados Unidos estão considerando uma medida de alto impacto na política de segurança regional: classificar as facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. A iniciativa, segundo reportagem do The New York Times, não partiu apenas de uma análise interna do governo americano, mas foi impulsionada por pressões diretas da família Bolsonaro. A movimentação coloca duas das maiores organizações criminosas do Brasil sob o foco de um aparato de inteligência e sanções financeiras muito mais robusto.
A classificação como 'Foreign Terrorist Organization' (FTO) é um instrumento poderoso do Departamento de Estado dos EUA. Se concretizada, permitiria ao Tesouro americano congelar ativos das facções nos Estados Unidos, criminalizar qualquer apoio material a seus membros e restringir a entrada de associados no país. O processo, no entanto, é complexo e exige evidências concretas de que o grupo pratica terrorismo ou representa uma ameaça à segurança nacional americana. A pressão política do clã Bolsonaro, conforme o NYT, busca acelerar essa designação.
A medida teria implicações profundas, transcendendo a política interna brasileira. Ela internacionalizaria oficialmente o combate ao PCC e ao CV, sujeitando suas extensas redes financeiras e logísticas a um escrutínio global. Qualquer indivíduo ou empresa, dentro ou fora do Brasil, que tenha transações vinculadas a essas facções poderia enfrentar sanções severas dos EUA. A decisão final, ainda em estudo, sinaliza uma potencial convergência entre agendas de segurança doméstica e pressões políticas transnacionais, com o poder coercitivo americano sendo acionado em um conflito criminal distante de suas fronteiras.