Irã afirma ter destruído aviões e helicópteros dos EUA em operação de resgate
O Irã alega ter aniquilado uma força de resgate americana, destruindo duas aeronaves de transporte C-130 e dois helicópteros Black Hawk dos EUA. A afirmação, feita pelo porta-voz do quartel-general Central de Khatam al-Anbiya, tenente-coronel Ebrahim Zolfagari, e veiculada pela mídia estatal Press TV, descreve a operação como um fracasso completo para os americanos. O incidente ocorreu durante uma tentativa de resgate do piloto de um caça F-35 abatido anteriormente pelo Irã, elevando dramaticamente o custo potencial do confronto.
Segundo os relatos iranianos, a ação defensiva foi ampla. Além dos aviões e helicópteros, os sistemas de defesa aérea integrada do país teriam derrubado dois drones, um MQ-9 e um Hermes-900, no espaço aéreo da província de Isfahan. O tenente-coronel Zolfagari enfatizou que a presença oportuna das forças armadas iranianas foi decisiva para o suposto revés americano. No entanto, a narrativa de Teerã colide diretamente com a declaração do ex-presidente Donald Trump, que confirmou o resgate bem-sucedido e a segurança do piloto americano.
As alegações, não verificadas de forma independente, surgem em um momento de extrema tensão no Golfo, com ataques dispersos já afetando os fluxos de energia global e aumentando a pressão geopolítica. A discrepância entre as versões oficialmente divulgadas pelo Irã e pelos EUA cria um vácuo de informação perigoso, onde cada ação pode ser usada para justificar uma escalada retaliatória. O episódio coloca sob escrutínio a capacidade de projeção de força dos EUA na região e testa os limites da rede integrada de defesa aérea iraniana em um cenário de conflito direto não declarado.