Trump ataca OTAN novamente: chama aliança de 'extremamente não confiável' em meio a tensões com EUA
A relação entre os Estados Unidos e a OTAN atingiu um novo ponto de tensão em 2026, com o ex-presidente Donald Trump lançando uma crítica pública direta à aliança, classificando-a como um "aliado extremamente não confiável". A declaração acentua a deterioração já observada na parceria transatlântica neste ano, marcado por divergências estratégicas e retórica inflamada.
A hostilidade de Trump em relação ao bloco militar não é nova, mas o tom e o contexto atual amplificam o risco de fissuras operacionais. O cenário de 2026 já é complicado por suas ameaças anteriores envolvendo a Groenlândia e pelo prolongamento do conflito no Oriente Médio, fatores que consomem a atenção política e recursos dos aliados. A acusação pública de falta de confiabilidade vai além de críticas financeiras usuais, questionando a própria lealdade e previsibilidade da aliança em um momento de instabilidade global.
Essa pressão contínua coloca os membros europeus da OTAN, em particular, em uma posição defensiva, forçando-os a recalcular suas dependências de segurança em relação a Washington. A retórica alimenta incertezas sobre o compromisso futuro dos EUA com a defesa coletiva, um pilar do tratado, e pode acelerar discussões internas na Europa sobre autonomia estratégica. A situação permanece volátil, com a aliança sob o escrutínio de um de seus membros mais poderosos.