Gizé: Anomalia subterrânea detectada pode ser uma segunda Esfinge, dizem pesquisadores
Uma anomalia subterrânea detectada sob o planalto de Gizé reacendeu uma das maiores especulações da arqueologia: a possível existência de uma segunda Esfinge. Leituras de radar de abertura sintética revelaram estruturas anômalas sob o solo, alimentando a hipótese de que um monumento gêmeo ao icônico guardião das pirâmides possa estar enterrado. A descoberta, ainda não confirmada, tem o potencial de reescrever partes fundamentais da história do Antigo Egito, caso se prove verdadeira.
A detecção foi realizada com tecnologia avançada de sensoriamento remoto, que identificou formações incomuns na subsuperfície da necrópole de Gizé. A ideia de uma segunda Esfinge, há muito tempo circula em teorias alternativas e folclore arqueológico, mas agora ganha um novo patamar de discussão com dados técnicos preliminares. No entanto, a comunidade científica permanece profundamente dividida; muitos especialistas alertam que as anomalias podem ser formações geológicas naturais ou vestígios de outras estruturas menos monumentais.
O debate coloca em jogo não apenas uma possível descoberta arqueológica monumental, mas também a credibilidade dos métodos de prospecção não invasiva. A confirmação exigiria escavações complexas e caras, em uma área sensível e protegida. Enquanto isso, a hipótese exerce uma pressão crescente sobre as autoridades egípcias e instituições de pesquisa, que agora enfrentam o desafio de investigar a alegação sem alimentar especulações infundadas. O resultado pode significar uma reviravolta na egiptologia ou, simplesmente, mais um capítulo nas controvérsias que sempre cercaram Gizé.