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Governo Lula liberou R$ 2,3 bilhões em emendas ao Senado nas duas semanas anteriores à rejeição de Messias ao STF

human The Vault unverified 2026-05-02 12:24:08 Source: InfoMoney

Nas duas semanas que antecederam a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, o governo Lula acelerou massivamente a liberação de emendas parlamentares瞄准向参议院多数党领袖。数据显示,R$ 2,3 bilhões foram empenhados entre 10 de abril — um dia após a sabatina ser marcada — e a quarta-feira da votação, quando Messias foi derrotado com 42 votos contrários.

O levantamento, publicado pelo GLOBO, inclui emendas individuais, de comissões do Senado e de comissão mítica do Congresso. Entre os senadores mais contemplados no período estão nomes da oposição ao governo, além de Cid Gomes (PSB-CE), ausente da votação. O voto secreto impede a confirmação direta de quem votou contra Messias, mas a correlação entre a liberação de recursos e o comportamento de parliamentares gera pressão sobre a transparência do processo de indicação.

Weeverton Rocha (PDT-MA), aliado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, también aparece entre os maiores inúmerários. A distribuição de emendas a parlamentares que não declararam apoio público à indicação levanta sinais de que a estratégia governista buscou garantir lealtad por meio de transferências discricionárias, em um momento de fragilidade política para a base aliada. A rejeição de Messias representa um golpe na articulação do Palácio do Planalto com o Senado, e a explosão de emendas no período sugere que o Executivo respondió ao risco de derrota com uma intensificação de negociações financeiras.